Anatomia da Economia

Dissecamos a economia e mostramos a sua anatomia.

sábado, 15 de julho de 2017

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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Artigos de Economia - O essencial da microeconomia

Para facilitar encontrares os nossos melhores artigos de economia e microeconomia, decidimos fazer uma compilação dos principais artigos de Microeconomia que podes ecnotrar no nosso Blog Anatomia da Economia.

O Essencial da Microeconomia


Vamos então fazer a nossa lona lista de artigos de economia. Já agora, queremos dizer que a sugestão de artigos é muito bem-vinda. Se achas que podes contribuir com artigos e materia de economia e microeconomia por favor comenta com a tua sugestão e/ou material.

Estes artigos de microeconomia são baseados em resumos e apontamentos. Selecionámos o mais importante. Sugere e envia também os teus resumos e apontamentos de economia.

As Vantagens Comparativas: o Modelo de David Ricardo

A Origem da Ciência Económica

O que é a Elasticidade

A Cruz Marshalliana

A Taxa Margina de Substituição - TMS

As Fronteiras da Possibilidade de Produção

O Excedente do Consumidor

A Concorrência Imperfeita

A Curva da Oferta no Longo Prazo

O Custo Marginal

Curva da Oferta da empresa à curva da oferta da indústria

Procura individual e a procura de mercado

A Escolha Otima do Consumidor e a Maximização do Lucro

O Lucro do Produtor e o excedente do produtor

O Monopólio

O Monopólio

A Oferta da Empresa e a Curva da Oferta

A Taxa Marginal de Substituição técnica - TMST

Tipos de custos e representações gráficas

Teoria do Produtor

Os Retornos à Escala

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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Taxa Marginal de substituição técnica - TMST

Taxa Marginal de substituição técnica - TMST

A  TMST mede a taxa de troca entre dois inputs no processo produtivo, mede a forma como um produtor terá de substituir um input por outro para manter constante o output.

A inclinação da isoquanta num dado ponto é a TMST entre os factores de produção.

A TMST em valor absoluto decresce à medida que se utiliza mais do factor produtivo x1, como se pode verificar pelo formato das isoquantas.

Lê também:
Teoria do Produtor
Os Retornos à Escala
Oferta da Empresa e Curva da Oferta

domingo, 6 de novembro de 2016

Tipos de Custos e respetivas Representações Gráficas

Tipos de Custos em Economia


Supondo que os preços dos factores produtivos são fixos, podemos evitar escrever a função custo como, podemos expressá-la apenas por C(y).
Os custos totais (C(y)), são a soma dos custos fixos( custos invariáveis com o nível de produção) e os custos variáveis ( custos que variam em função da produção):
Custos Totais

Custos fixos, custos quase fixos e custos irrecuperáveis

Os factores produtivos fixos são aqueles que têm de ser pagos mesmo que não se produza qualquer quantidade do output, daí a designação de custos fixos associada a factores produtivos fixos.

Os factores quase-fixos são aqueles que só têm de ser pagos se for produzida uma quantidade positiva de output, são independentes do nível de produção mas só têm de ser pagos se for produzida alguma quantidade de output, daí a designação de custos quase-fixos associada a este tipo de factores. 

Ainda no seio dos custos fixos, devemos efectuar a distinção entre os custos que são recuperáveis e os que são irrecuperáveis, a distinção é importante dado que existe a possibilidade de recuperar parte dos custos fixos mesmo após o encerramento de uma actividade produtiva.

Custos irrecuperáveis são aqueles em que existe uma impossibilidade de aproveitamento após o encerramento da actividade, quer através da reconversão do factor produtivo associado quer através da sua venda.

Tipos de Custos e suas Representações Gráficas

Para analisar o comportamento dos custos torna-se útil, analisar o seu comportamento em termos médios, isto é, dividido pelo nível de produção. 
Os custos médios, serão representados por:


A representação gráfica dos custos médios

Custos ficos médios

Custos variáveis médios

Teoria do Produtor

A Teoria do Produtor

Neste ponto do programa vamos estudar o comportamento do produtor.

Condições para a Existência de Concorrência Perfeira

  • As empresas vendem um produto homogéneo
  • As empresas são tomadoras de preço
  • Existe mobilidade perfeita dos factores produtivos no longo prazo
  • As empresas e os consumidores possuem informação perfeita

Teoria do Produtor

Quando um produtor faz as suas escolhas enfrenta restrições impostas pelos seus clientes, pelos seus concorrentes e pela natureza. 
Vamos começar por discutir as condições tecnológicas da teoria do produtor que estão subjacentes ao processo de produção, a natureza impõe restrições de ordem tecnológica, isto é, existem apenas certos métodos de produção de “outputs” a partir de “inputs”. 
Os “inputs” de produção na teoria do produtor são chamados de factores de produção e são classificados em categorias, terra, trabalho, capital e matérias-primas. 
Bens de capital (capital físico)  são aqueles “inputs” que já passaram por um processo de transformação e que servem para produzir determinados bens, como por exemplo: computadores, edifícios, máquinas, etc.

Quer os “inputs” quer os “outputs” devem ser encarados como fluxos na teoria do produtor. 
O estado de desenvolvimento tecnológico de uma sociedade impõe restrições tecnológicas ao produtor, apenas certas combinações de “inputs” são admissíveis para se produzir uma dada quantidade de “output” 

O produtor deve limitar-se aos “planos de produção” tecnologicamente admissíveis 

Ao conjunto de todas as combinações tecnologicamente possíveis de “inputs” e “outputs” é chamado “conjunto de produção” na teoria do produtor. 

Suponhamos que temos apenas um “input” medido por x, e um “output” medido por y: 

A função de produção mede o máximo de “output” que é possível produzir a partir da utilização de uma dada quantidade de “input”. De outra forma, a função de produção exprime o conjunto de planos de produção que são tecnologicamente admissíveis e de eficiência máxima.

Os pontos acima da função de produção não são tecnologicamente admissíveis, os pontos abaixo da função de produção são ineficientes relativa à teoria do produtor.

No caso de dois “inputs” necessários para se produzir um “output” a função de produção é dada por y=f(x1, x2).
Existem semelhanças entre a função de utilidade estudada na teoria do consumidor e a função de produção, do ponto de vista formal os dois tipos de função são equivalentes. Mas existem diferenças significativas, por exemplo, no que toca ao significado económico, o “output” tem significado na teoria do produtor enquanto a utilidade não o tem no contexto da utilidade ordinal. 

Isoquantas

Considerando a utilização de dois “inputs” e uma função de produção y=f(x1, x2), a relação técnica pode ser representada por “curvas de níveis”, que são projecções da função de produção no espaço de duas dimensões, formado pelas variáveis x1 e  x2 

Essas “curvas de níveis” são designadas por Isoquantas, a isoquanta indica o conjunto de todas as combinações possíveis dos inputs x1 e x2 que são suficientes para se produzir uma dada quantidade de output.
Existe portanto uma semelhança entre as curvas de indiferença que estudámos e as Isoquantas, mas a diferença está no valor da produção que é expresso por cada isoquanta.

Exemplos de Tecnologias
As diferentes tecnologias - teoria do produtor - podem ser apreendidas pelo grau de substituibilidade ou de complementaridade, dos inputs associados à produção de um determinado produto. O grau de substituibilidade ou de complementaridade, pode ser apreendido pela configuração da isoquanta, que descreve o conjunto de técnicas eficientes para a produção de um dado nível de produto.

Proporções Fixas 
( y= min{ x1, x2} )

Substitutos Perfeitos
( y = x1 + x2 ) 


Funções Cobb-Douglas


Neste tipo de funções de produção, o parâmetro A mede a escala de produção, os parâmetros a e b medem a forma como a quantidade de output responde a alterações dos inputs.

Função Cobb-Doulgas

Propriedades da Tecnologia na Teoria do Consumidor

Monotonia – se aumentarmos a utilização de um input deverá ser possível produzir pelo menos a mesma quantidade de output.
Convexidade – se tivermos duas formas de produzir y unidades de output, (x1, x2) e (y1, y2), a média ponderada deve produzir pelo menos as mesmas y unidades. Ou seja, a combinação linear de dois processos de produção que estão na mesma isoquanta permite gerar um nível de output igual ou superior ao indicado pela isoquanta.

Isoquantas

Gráfico de Isoquantas

Produto Marginal

Na Teoria do Produtor, o produto marginal tem a seguinte explicação: Supondo que estamos a operar com o nível de inputs (x1, x2) e que estamos a pretender utilizar mais do factor x1, mantendo a utilização do factor x2. Quanto output vamos obter por cada unidade adicional do input x1, designamos isto por produto marginal(Pmgx1) .
A produtividade marginal de um factor define-se como sendo a variação de output que resulta de uma variação marginal deste factor, mantendo todos os outros factores constantes. 


Matematicamente, a produtividade marginal de um factor é a derivada parcial da função produção em relação ao factor de produção.

A lei da produtividade marginal decrescente  da teoria do produtor
À medida que aumentamos a utilização de um factor produtivo o produto marginal do factor irá diminuir (mantendo o outro factor produtivo constante da teoria do produtor).

Os Retornos à Escala

Os Retornos à Escala


No longo prazo todos os factores de produção são variáveis, consideremos agora que o produtor opera num certo nível de produção, utilizando uma certa quantidade do factor trabalho (L) e do factor capital (K). Suponhamos que o produtor decide aumentar quantidades de ambos os factores na mesma proporção (medida pelo coeficiente Y ).

Com a variação nas quantidades utilizadas dos factores de produção, o output irá naturalmente variar, três situações podem ocorrer:
1) Se o output aumenta na mesma proporção de aumento dos inputs, diz-se que estamos em presença de rendimentos constantes à escala;
2) Se a variação proporcional do output é menor do que a variação proporcional dos inputs, teremos rendimentos decrescentes à escala;
3) Se a variação proporcional do output é maior do que a variação proporcional dos inputs, estamos na presença de rendimentos crescentes à escala.

Estas relações de longo prazo podem ser explicitadas matematicamente, o que é especialmente conveniente no caso de funções de produção homogéneas.
Considere-se que as quantidades de ambos os factores de produção aumentam na proporção (com Y  >1) , então teremos:

Se a=1, então teremos rendimentos constantes à escala; se a<1 a="" decrescentes="" escala="" rendimentos="" se="" teremos="">1, teremos rendimentos crescentes à escala. 

Assim, nos Retornos à Escala, é perfeitamente admissível que uma dada tecnologia se caracterize por rendimentos constantes à escala e o produto marginal seja decrescente para cada um dos factores, dado que os rendimentos à escala são fenómenos de longo prazo, enquanto o Pmg decrescente é um conceito de curto prazo.

sábado, 5 de novembro de 2016

O Oligopólio

O Oligopólio (Economia)


O modelo de concorrência monopolística pode ser visto como um caso particular de oligopólio, no qual se coloca ênfase na diferenciação do produto, enquanto os modelos mais gerais de oligopólio se fixam sobretudo na interdependência estratégica das empresas.
Um oligopólio é constituído por poucas empresas que produzem um bem homogéneo e que atuam sobre o preço.

Vamos analisar as interdependências estratégicas das empresas, partindo de um oligopólio com duas empresas (duopólio).

ESCOLHA DA ESTRATÉGIA
Com duas empresas no mercado a produzir um produto homogéneo, existem quatro variáveis de interesse, que são o preço de cada uma das empresas e as respetivas quantidades.

Escolha da estratégia em Oligopólio


Uma das empresas é líder, quando consegue fixar o preço antes da outra. Esta outra empresa será designada por seguidora, dado que segue a estratégia do líder, isto é, escolhe o preço depois do líder o ter feito, nestes casos dizemos que há um jogo sequencial.
Quando não há hipótese de uma conhecer a decisão da outra e as duas agem ao mesmo tempo designamos por jogo simultâneo.

Jogo Sequencial
(A) Liderança de quantidades (modelo de Stackelberg).;
(B) Liderança de preços.

Jogo Simultâneo
(A) Fixação simultânea das quantidades ( Equilíbrio de Cournot);
(B) Fixação simultânea dos preços ( modelo de Bertrand).

Jogo Cooperativo (coligação) – Quando chegam a um acordo para fixar simultaneamente os preços e as quantidades que maximizam os seus lucros.


Oferta da Empresa e Curva da Oferta

A Oferta da Empresa (Economia)


Importa salientar que continuamos no contexto de um mercado competitivo, com inúmeras pequenas empresas que produzem o mesmo output, não tendo nenhuma delas influência sobre o preço de mercado, ou seja, cada uma delas toma o preço como um dado. 

Neste contexto, a variável de decisão da empresa é apenas a quantidade de produção. A curva de procura que se dirige à empresa é a que passamos a ilustrar:

Convém referir que, a curva de procura que enfrenta uma empresa é algo distinto de uma curva de procura de mercado. A curva de procura de mercado depende apenas do comportamento dos consumidores, mede a relação entre o preço de mercado e a quantidade de output vendida. A curva de procura que se dirige a determinada empresa depende não apenas do comportamento dos consumidores mas também do comportamento das outras empresas. A curva de procura que se dirige a uma empresa, mede a relação entre o preço de mercado e o nível de output dessa empresa.

A Curva de Oferta de Curto Prazo na Empresa

A partir das curvas de custo da empresa iremos determinar a curva de oferta de curto prazo de uma determinada empresa competitiva.
Sabemos que o objectivo da empresa é o da maximização do lucro:
A empresa escolhe o nível de produção que maximiza o lucro, há portanto que derivar a função lucro em ordem a y e igualar a zero,
Da condição determinada, deduz-se que qualquer que seja o nível do preço de mercado a empresa irá escolher o nível de produção,
Consequentemente, a curva de oferta irá coincidir em parte com a curva de Cmg.

A função de lucro no curto prazo pode ser escrita na forma:
vamos rescrever a função lucro após substituir esta expressão:

Desta última expressão podemos retirar importantes conclusões, se a empresa decidisse produzir (y=0), a empresa teria um prejuízo equivalente aos CF. Deste modo com output positivo, desde que a empresa consiga cobrir os custos variáveis médios (CVM) estará numa posição equivalente ao de nada produzir (encerramento). Para que valha a pena produzir o preço de mercado do output terá de ser superior ao custo variável médio.

A curva de oferta da empresa corresponde apenas à seção ascendente da curva de custos marginais, não faz sentido produzir níveis de output para os quais o Cmg é decrescente, porque estando a decrescer os custos de produzir mais uma unidade, seria sempre possível ter mais lucro aumentando a produção.
A curva de oferta é a parte ascendente da curva de Cmg, mas apenas a seção que se encontra acima dos CVM mínimos, dado que se o CVM for superior ao preço a empresa deverá encerrar. 

História e Contexto do Turismo em Portugal

A História e o Contexto do Turismo em Portugal


Culturalmente, a indústria hoteleira e não hoteleira de alojamento tem registado uma história circular se analisarmos atentamente a História dos últimos 5 séculos. Especificamente, as unidades que hoje vemos como secundárias no mercado hoteleiro estão, curiosamente, na génese do turismo.
A definição de Turismo, segundo o WTO (World Tourism Organization), é o ato de viajar e pernoitar para locais fora do ambiente habitual, durante não mais do que um ano, por lazer, negócios e outros motivos.

Antiga estalagem do Gado Bravo

Na sua origem, o ato de pernoitar em viagem dava-se largamente em quartos alugados a espaços não especializados que se encontravam na rota do viajante. A maioria dos estabelecimentos que ofereciam este serviço eram locais de descanso e não espaços que os albergassem por períodos duradouros. Perante esta realidade, a indústria hoteleira surge quando, no século XVIII, o aumento da média burguesia recorre às rotas de comércio para explorar o mundo em lazer.

Consequentemente, foram criados locais dedicados a alojar os primeiros turistas como via de lazer.
Estas unidades foram, lentamente, evoluindo, diferenciando-se consoante os serviços que prestam e a qualidade dos mesmos. Na medida em que o Turismo era uma atividade bastante exclusiva – apenas no final do século XIX se torna mais abrangente – a sua prática era considerado algo extremamente elitista e, naturalmente, dispendiosa.
Atualmente, com os desenvolvimentos tecnológicos (na indústria náutica e aeronáutica) que ocorreram, essencialmente nos últimos 2 séculos, a prática do turismo massificou-se, tornando-a numa prática globalizada.
No que diz respeito, concretamente, à realidade sociocultural de Portugal, o panorama de expansão é contraposto com um clima social instável devido às consequências do ciclo de crise macroeconómico que a Europa testemunha e no qual Portugal foi um dos países mais afetados.

Geograficamente, Portugal tem uma identidade muito própria, com o fenómeno da litoralização a destacar-se com facilidade. Consequentemente, a forte industrialização e urbanização das zonas litorais fez com que o interior não conseguisse acompanhar o ritmo de desenvolvimento do resto do país, levando naturalmente à desertificação do mesmo.
Outro fenómeno que, apesar de não ser recente, se tem registado por diversas vezes nos últimos 100 anos em Portugal, é a emigração. Atualmente, assiste-se a uma nova vaga de emigração com a particularidade de ser composto, maioritariamente, por jovens qualificados que não conseguem evoluir profissionalmente nos seus empregos ou que nem sequer estão empregados.

Em relação aos Estados-Membros da União Europeia, Portugal revela um nível de qualificação profissional inferior à média, originando assim uma perda de competitividade no mercado tecnológico. Esta debilidade educacional, faz com que a atratividade de investimento externo seja menor, provocando assim, um crescimento lento. Consequentemente, este lento crescimento impede um aumento das condições de vida da população, nomeadamente a nível financeiro.
Os baixos preços praticados em Portugal, comparativamente ao resto da Europa, na venda de diversos produtos e serviços, tornam o mercado português apetecível para os turistas europeus, asiáticos e africanos, assim como a heterogeneidade geográfica que Portugal abarca num território tão reduzido
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