Merril Lynch à beira de despedir CEO. Isto a 30 de Outubro de 2007. Northern Rock também decapitava cabeças, Presidente do Citigroup despedia-se... e afinal a culpa era toda dos governos!
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sábado, 9 de julho de 2011
Subprime castiga lucros da banca nacional
Por Nuno Carregueiro nc@mediafin.pt
O "subprime" fez mesmo mossa nos resultados da banca portuguesa no terceiro trimestre. A quebra não foi profunda, mas o suficiente para inverter a tendência de lucros sempre a crescer nas maiores instituições fi-nanceiras portuguesas. A análise ao trimestre mostra que os resultados líquidos dos três maio-res bancos cotados portugueses baixaram 18% face ao mesmo período de 2006. Incluindo o Totta, a quebra conjunta nos lucros foi mais suave, mas ainda assim de dois dígitos. Entre Julho e Setembro BCP, BES e BPI apresentaram lucros conjuntos de 273,1 milhões de euros, um va-lor que representa urna acentuada queda de 38% face ao segundo trimestre deste ano e que representa o valor mais baixo desde o quarto trimestre de 2005.
Resultados da banca abaixo das previsões dos analistas.
in Jornal de Negócios m.º1121, 2/11/2007
Os bodes que nunca expiam
Ontem, o presidente executivo da Bear Sterns escreveu a todos os seus funcionários esclarecendo que nunca fumou droga em torneios de Bridge. Anteontem, o director de obrigações do Banik of América deixou o banco após colapso dos resultados. No dia anterior, o presidente da Merril Lynch foi deposto, depois de urna desvalorização de quase um terço das acções. Não há dúvida: Portugal é mesmo um país de brandos costumes. A Bear Stearns e a Merril Lynch são duas das cinco maiores casas de investimento americanas e todas estão sob olhar impiedoso, por causa da incompetência, dolosa ou displicente, na crise do "subprime", cujos efeitos estão já contidos mas não medidos. Quando ontem o "Wall Street Journal" fez manchete com a "conduta questionável" de James Cayne, presidente da Bear Stearns, que segundo o jornal fumou "charros" à mesa de Bridge e esteve duas semanas ausente do escritório em Julho, na fase aguda da crise financeira, não houve assessores de comunicação que evitassem o escândalo. Já na Merril Lynch, Stan O'Neal caiu depois de apresentar prejuízos de 1,6 mil milhões de euros no terceiro trimestre.., seis vezes mais do que a previsão de três semanas antes.
in Jornal de Negócios n.º 1121 02/11/2007
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