A evolução do mercado do queijo
Evolução dos últimos anos e tendências do mercado do queijo (artigo só para quem está realmente interessado em queijo!).
Tem havido uma transferência entre queijos no que respeita aos hábitos de consumo dos portugueses.
Actualmente, o queijo mais consumido pelos portugueses é o Flamengo com uma penetração no mercado de 45.5%, sendo que este está dividido em três formatos: bola (39%), barra (37%) e fatias (24%), sendo que as fatias têm ganho terreno face aos outros formatos. O queijo fresco representa 13% do mercado.
Actualmente, o queijo mais consumido pelos portugueses é o Flamengo com uma penetração no mercado de 45.5%, sendo que este está dividido em três formatos: bola (39%), barra (37%) e fatias (24%), sendo que as fatias têm ganho terreno face aos outros formatos. O queijo fresco representa 13% do mercado.
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| Queijos portugueses |
Neste mercado, os queijos fatiados, ralados e frescos têm ganho quota faces aos outros formatos, tratam-se de produtos de elevada rotação que têm vindo a ganhar uma crescente importância no mercado. Apesar de se ter verificado um crescimento na venda destes produtos tanto na Moderna Distribuição como no comércio tradicional, é no canal Horeca que se verifica maior potencial de crescimento. (Moderna Distribuição – Continente, Modelo, Auchan, Jerónimo Martins, Lidl, Mosqueteiros e Leclerc; Horeca – Hotel, Restaurante e Catering).
Quanto queijo consomem os portugueses anualmente?
Os queijos importados têm revelado também uma evolução muito expressiva, sendo que os queijos franceses lideram esta evolução. Actualmente, França é o principal exportador de queijo para Portugal, sendo que o volume de importação ascende a mais de 7 200 toneladas.
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| Os queijos franceses são os mais importados por Portugal. |
Relativamente aos queijos franceses, os que apresentam maiores tendências de crescimento são os queijos fundidos, Camambert, Emental e ralados.
Consumo de produtos de marca própria aumentou nos piores anos da crise e representa já 25% do mercado alimentar
Consumo de produtos de marca própria aumentou nos piores anos da crise e representa já 25% do mercado alimentar
Em Portugal, o consumo de marcas brancas tem aumentado de forma expressiva, uma vez que a conjuntura obriga os consumidores a tornarem-se mais racionais e a poupar. Não surpreende que o consumo de marcas próprias da grande distribuição tenha crescido nos piores anos da crise, em 2009 e 2010, e que já represente 25% do mercado alimentar, segundo a Associação das Empresas de Distribuição (APED).
Especialmente em momentos de crise económica, o consumidor está mais disponível para optar por uma solução que oferece um relação de qualidade/preço mais interessante.
Mercado alvo: pretende-se alcançar todo o mercado com recurso aos canais de distribuição dos produtos, tendo como principal target a Moderna Distribuição, Cash-Carry, canal Horeca e comércio tradicional. O acesso a todo este mercado será feito através de acções promocionais e Gestores de Ponto de Venda/Promotores de Negócio.
O mercado PALOP (em especial Angola, Moçambique e Cabo Verde), tem mostrado grande apetência para novos produtos gastronómicos, sendo que se tratam de países cujas economias crescem em contra-ciclo em relação a outros mercados e sendo por isso uma aposta das empresas exportadoras para colmatar quebras do Volume de Negócios no mercado português e europeu. É ainda expectável que o mercado exportador se revele uma excelente forma de escoar os produtos de primeira linha, optimizando a gama de produtos.









